domingo, 30 de abril de 2017

EMAGRECIMENTO

Um enfoque racional sobre o emagrecimento

     Este artigo terá 3 fases, pois é um assunto longo, nas demais fases colocarei tabelas e falarei sobre "dieta x ginástica".



    Quando falamos em má nutrição, pensamos na falta de comida , mas em termos rigorosos deveríamos também lembrar do excesso de comida, que é potencialmente da mesma gravidade. O excesso de peso é principalmente um mal do desenvolvimento; inclusive nos países pobres, a gordura é um sinal de riqueza, a ponto de ser desejada. Atualmente, porém, nos países mais desenvolvidos a moda é ser magro, e várias pessoas chegam ao extremo em busca desse ideal.
    Ser gordo significa que o corpo acumulou uma quantidade de gordura (energia armazenada) além do normal. Se tal gordura extra se tornar excessiva, chega-se a obesidade. A prevenção é, obviamente, muito mais fácil que a cura, e a melhor prevenção é uma política a longo prazo de controle de peso, ajustada as necessidades especiais de cada um.
   Para desenvolver tal política e poder avaliar as várias "curas" e dietas de emagrecimento oferecidas, é importante saber compreender tanto as causas quanto os efeitos do excesso de peso.

O problema do excesso de peso


    É usual considerar excesso de peso 10% ou mais acima do peso ideal, enquanto 20% ou mais é considerado obesidade. Pensemos assim: Sua altura é 1.70, você pode pesar até 70 kilos. Se colocar 10% e pesar 77Kg está acima do peso e se pesar 84Kg já é considerado obesidade. Fácil não ?
  Tanto para o homem quanto para a mulher, a incidência de excesso de peso parece aumentar com a idade, mas nas diversas faixas etárias, as mulheres tendem a ser mais gordas que os homens.


As causas
    
    A genética, o meio ambiente, o metabolismo, o modo de vida e a psicologia estão todos envolvidos nos complexos problemas de excesso de peso e obesidade. O papel respectivo de cada um desses fatores certamente varia de um indivíduo. Porém, em todos os casos é verdade que para acumular gordura em excesso a energia consumida na alimentação deve exceder a energia utilizada pelo corpo. Isso não quer dizer que todas as pessoas gordas são glutonas, algumas parecem precisar de menos comida e são incapazes de queimar excessos.
    O papel desempenhado pela genética é difícil de ser determinado, pois é impossível separar os efeitos da hereditariedade dos fatores ambientais. Filhos de pais gordos certamente têm mais probabilidades de ter excesso de peso, mas é difícil julgar se herdarão a genética dos pais ou os maus hábitos alimentares. O modo de vida também é importante, pois determina o grau com que as pessoas comem e bebem socialmente e a quantidade de atividade física desenvolvida. O tédio, a ansiedade e a depressão também são razões de comer em excesso, pois levam algumas pessoas a buscar consolo na comida. O resultado no peso pode piorar a situação psicológica, fazendo com que essas pessoas comam ainda mais pela mesma razão.

Os efeitos

    Um pequeno excesso de peso tem poucos efeitos além da inconveniência de as roupas não servirem mais, e de, talvez uma sensação de estar fora de forma. Os efeitos mais sérios aparecem quanto se está 10% acima do peso ideal. Atualmente, sabe-se que nesse ponto aumenta-se a possibilidade de a pessoa sofrer de pressão alta, doenças cardíacas, diabetes, problemas lombares, infecções respiratórias. 
     
Seu peso ideal

    Se você for honesta consigo mesma, fica fácil detectar o excesso de peso. Conferir seu peso regularmente é uma medida óbvia, e as roupas indicam de imediato a presença de excesso de peso. Quando estiver tentando emagrecer, não se sinta obrigada a atingir um peso exato, pois fica por sua conta decidir qual o peso que você pode manter facilmente e que a faz feliz com sua aparência. se você precisa perder muito peso, provavelmente achará melhor definir um alvo intermediário, e então, ao atingi-lo estipular o novo peso desejado.

No próximo artigo, tabelas e dieta x ginástica.

    





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